Um dos principais âncoras da televisão americana, Charlie Rose, foi suspenso pelas emissoras de TV americanas CBS e PBS após ser acusado de assédio sexual por oito mulheres. Aos 75 anos, ele apresentava um jornal matinal, um programa de entrevistas, além de colaborar com o 60 Minutes.

Colegas e ex estagiárias falaram ao The Washington Post e narram 8 casos de assédio. Em cinco deles, o jornalista teria apalpado as pernas das mulheres, algumas vezes na parte superior da coxa. Dois relatos dizem que as mulheres foram surpreendidas ao ver Rose nu, em viagem ou a trabalho em sua casa. Um dos casos conta que o jornalista fazia ligações para relatar fantasias sexuais. Reah Bravo, que foi estagiária de Rose em 2007, cravou:

“Ele era um predador sexual, e eu fui sua vítima.”

Em nota, Rose pediu “profundas desculpas por seu comportamento inadequado” e disse estar “muito envergonhado”, mesmo assim disse que acreditava ser correspondido por algumas das mulheres.

“Eu me comportei de maneira insensível algumas vezes, e assumo a total responsabilidade por isso, ainda que eu não acredite que todas essas alegações sejam precisas. Eu sempre achei que estava seguindo sentimentos comuns, mas agora percebo que foi um erro”

O The New York Times também suspendeu um de seus principais repórteres em Washington, o correspondente da Casa Branca, Glenn Thrush. Ele foi acusado de assediar colegas em situações que aconteciam frequentemente sob o efeito de álcool, nas quais Thrush teria investido contra quatro jovens repórteres.

Em dois dos casos, Thrush enviou um e-mail no dia seguinte, pedindo desculpas. Hoje, o jornalista afirmou que está em tratamento para o alcoolismo, admitindo que fez “coisas das quais se envergonha e que trouxeram imensa dor à sua família e amigos”.

“Eu peço desculpas a qualquer mulher que se sentiu desconfortável em minha presença, e por qualquer situação em que me comportei de maneira inadequada. Qualquer comportamento que faça uma mulher se sentir desrespeitada ou incomodada é inaceitável”,

E no começo do ano, em abril, uma história para se lembrar: o âncora Bill O’Reilly foi afastado da Fox News sob denúncias de assédio sexual a pelo menos cinco mulheres. O jornalista fechou um acordo de US$ 25 milhões para formalizar sua demissão. A grana seria o equivalente ao que o importante jornalista da TV a cabo receberia por ano do canal.

O ator Kevin Spacey , inundado de acusações, estaria fora do roteiro da próxima e última temporada de House Of Cards. Ao que tudo indica, a temporada começaria já com seu personagem morto. Também acusado de assédio, ator Jeffrey Tambor anunciou sua saída da série Transparent. Mais uma vez, o roteiro para uma próxima temporada deverá contar com a morte do protagonista.

“Interpretar Maura Pfefferman em Transparent foi um dos grandes privilégios da minha vida. O que ficou claro nas últimas semanas, porém, é que esse não é mais o trabalho para o qual assinei um contrato há quatro anos. Já deixei claro meu sincero arrependimento se qualquer ação minha foi mal-interpretada por alguém como sendo agressiva, mas a ideia de que eu deliberadamente assediaria alguém é simplesmente mentira. Dada a atmosfera política que está no nosso set, não vejo como posso retornar para Transparent.”

 

 

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