Uma série de matérias do Estado de São Paulo explica a supervisão que o Palácio do Planalto faz das redes sociais. Os influenciadores nas redes sociais e sites que repercutem notícias relacionadas ao governo são divididos entre os de “viés de esquerda” e os “apoiadores”.

Ao que apurou a reportagem, a reação aos ataques cabe, quase sempre, a Carlos e ao deputado Eduardo (PSL-SP), filhos do presidente. Já Bolsonaro seria orientado a rebater apenas líderes políticos.

No front da oposição, e com um maior número de seguidores, está Felipe Neto. Sozinho ele soma 10 milhões de seguidores no Twitter, mais que soma dos seguidores de todas contas oficiais da família Bolsonaro.

Também se somam à Felipe, a chef e apresentadora de TV Paola Carosella e o cantor Marcelo D2, por exemplo.

Um levantamento da consultoria Bites mostra que a estratégia bolsonarista de rotular críticos de “comunista” e “esquerdista” não tem efeito para esses adversários.

Consultado pela reportagem do Estado de São Paulo, o professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e cofundador da Quaest, Felipe Nunes, explica o pepel das personalidades em um cenário de polarização:

“As bolhas dessas personalidades são heterogêneas. É possível ver seguidores bolsonaristas ou petistas acompanhando um determinado ator ou cantor. Quando essa personalidade fala sobre política, ela rompe a bolha.”

Também em entrevista, Felipe Neto, que se sente livre para ser ele mesmo no Twitter, respondeu sobre o temor que os bolsonaristas teriam do seu poder de fogo nas redes sociais. Felipe respondeu:

“Sim, temem, pois sabem que é impossível bater de frente no digital. Por isso, ao invés de agirem pela frente, agem pelos bastidores, movimentando a máquina de assassinato de reputações que a imprensa já mostrou tão bem como funciona. Essa é a forma que covardes usam para agir.”

Anitta vive momentinho All I Want for Christmas Is You Cineminha? Minha Mãe é Uma Peça 3, Aqueles que Ficaram e lembrete de premiáveis na Netflix

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