Foi anunciado, por indicação do secretário de Cultura Roberto Alvim, que o maestro e doutor em música pela Universidade Estadual de Londrina Dante Mantovani é novo presidente Fundação Nacional de Artes, a Funarte. Autor de livros sobre música clássica (Ensaios Sobre a Música Universal (do Canto Gregoriano a Beethoven) e O Canto do Violino e Outros Ensaios) , Montovani tem um programa de rádio, dá curso na internet e tem até um canal no Youtube.

Ali ele fala de música e também compartilha reflexões e teorias da conspiração sobre política e arte. Depois de indicado presidente da Funarte, ele apagou as redes sociais, mas os vídeos que estavam no ar já polemizaram por opiniões como:

“O rock ativa a droga que ativa o sexo que ativa a indústria do aborto. E a indústria do aborto alimenta uma coisa muito mais pesada, que é o satanismo. O próprio John Lennon disse abertamente, mais de uma vez, que fez um pacto com o satanás.”

Essa teoria envolve a União Soviética, que “mandou agentes infiltrados para os Estados Unidos para realizar experimentos com certos discos realizados para crianças”. O objetivo? Desestabilizar a juventude americana.

Mantovani fala de Woodstock, e explica que existem indícios de que “a distribuição em larga escala de LSD foi feita pela CIA (Agência Central de Inteligência)”. E claro que os Beatles “colocaram em prática as ideias da Escola de Frankfurt” para destruir a cultura ocidental.

Um print de tuíte atribuído a ele diz:

Palmas para o ministro Sérgio Moro Vocês viram que fofo o filho do Messi?

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