Eita que nesta sexta já amanheceremos com a quarta temporada da série espanhola La Casa de Papel, que acabou sendo comprada pela Netflix, virando produção original da empresa, pelo enorme sucesso que conseguiu em todo o mercado internacional. Os macacões vermelhos e as máscaras de Dali, usados para praticar os “atracos”, ou melhor, roubos, se transformaram em figurinhas carimbadas até mesmo no nosso Carnaval.

O time, inicialmente composto pelo Professor e suas “cidades”, diminuiu daqui e cresce dali com o andar das temporadas. Do roubo à casa da moeda, fomos conduzidos para uma nova tentativa de não só enriquecer, mas resgatar um Rio abduzido pelas autoridades e bater, mais uma vez, no establishment. Saquear um cofre repleto de ouro, meus amigos… Não pode ser tarefa fácil.

Ao final da terceira temporada tínhamos uma personagem encurralada (Lisboa), a situação de vida e morte de Nairobi e o desespero do Professor, que pensava ter perdido seu grande amor. Posso contar o que sei sobre isso? Não. Assisti a 5 episódios antecipadamente, e não é muito o que posso deixar escapar por aqui.

Digo que seguem os momentos de flashback, que contextualizam personagens e lances da história que corre. Seguimos com cliffhangers incríveis! Aqueles finais que sempre nos deixam “a beira do precipício” e prontos para engatar numa maratona sedenta. A disputa de poder dentro do grupo também rola, mas isso não é nenhuma novidade como ingrediente da trama. Alicia Sierra, minha personagem preferida desde a última temporada, ainda é quem toca as negociações com o Professor, grávida e implacável.

Tem musiquinha e dancinha? Tem. Tem amor e desamor? Também. E mais importante: tem uma boa maratona para vocês fazerem na quarentena.

 

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