Aladdin finalmente chega aos cinemas com atores de verdade. Os remakes  Disney estão mesmo em alto. Recentemente Dumbo, e ainda versões live action de Cinderela, o derivado de A Bela AdormecidaMalévola ( que terá continuação), A Bela e a FeraMogli – O Livro da Selva e em breve  Mulan e cerca de 8 remakes live-action  lançados pelos estúdios Disney, entre 2019 e 2022 ( já anota que O Rei Leão estreia 18 de julho próximo). Na direção o improvável Guy Ritchie, de Jogos, Trapaças e dois Canos Fumegantes (1998) e Snatch: Porcos e Diamantes (2000). 

A história vocês bem sabem: Aladdin (Mena Massoud) é um jovem ladrão que vive causando em Agrabah na companhia de seu macaquinho Abu. Eis que ele ajuda uma jovem a recuperar uma joia, tendo assim a oportunidade de viver um crush com a princesa Jasmine (Naomi Scott). Ela finge ser uma criada, mas o garoto logo descobre que está lidando com a realeza, exatamente quando Jafar (Marwan Kenzari), o grão-vizir do sultanato, o pega de cobaia para recuperar uma lâmpada mágica, em troca de muitos tesouros. Tá, é ai que entra o gênio, que no desenho foi brilhantemente dublado por Robin Williams, e que no filme vem azul, na pele de Will Smith. Sim, o garoto terá direito a três desejos.

Você é fã do trabalho do escritor J.R.R. Tolkien ? Eu li O Senhor dos Anéis e realmente fiquei fascinada pela Terra Média. O filme Tolkien chega aos cinemas partindo da infância do autor, que perdeu a mãe ainda criança. Interpretado por Nicholas Hoult, Tolkien e seu irmão são então entregues aos cuidados de um padre, e vivem uma vida dura. Na escola, o jovem forma um grupo de amigos, uma irmandade que quer mudar o mundo pelo poder da arte. Fascinado por línguas, Tolkien começa a desenvolver uma em especial, mais tarde usada como base para a criação de seu universo fantástico. Lily Collins também está no elenco, faz o interesse romântico de Tolkien.

 

Favorito para vencer o Oscar 2019 de Melhor Documentário, A Juiza perdeu a estatueta para o também ótimo Free Solo. O filme inclusive foi um fenômeno de rentabilidade nos Estados unidos, onde estreou em 34 cinemas, e depois teve a exibição expandida para até 300 locais. A história merece a tentativa de encontrar a produção em alguma das poucas salas dispostas a exibir documentários no Brasil. Interessante que haverão sessões gratuitas em algumas cidades. A iniciativa é uma estratégia de mobilização em torno dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, em especial a ODS 5 sobre Equidade de Gênero.

O título em inglês explora as iniciais de Ruth Bader Ginsburg, juíza da Suprema Corte dos Estados Unidos que se tornou  ícone da cultura pop americana. Sua causa principal é a igualdade de gênero, o que a levou a batalhas jurídicas nas quais inclusive já fez defesa dos direitos dos homens para exemplificar a necessidade de igualdade. O documentário explora a trajetória dessa senhora de 86 anos focando em cinco decisões marcantes de sua extensa carreira.

Aqui no blog já falei sobre uma produção dramatizada do início de carreira de Ruth, o filme Suprema, protagonizado por Felicity Jones. Se você quiser saber mais, CLICA AQUI.

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