Desde o começo do ano, está em desenvolvimento o programa Novo Rio Pinheiros, que tem como objetivo central revitalizar o rio a partir da união dos órgãos públicos e da sociedade. A meta do projeto é reduzir o esgoto que ainda é lançado em seus afluentes, melhorando a qualidade das águas e integrando o Pinheiros novamente à cidade. Com isso, espera-se a melhora do odor do local, o abrigo da vida aquática e a volta da população para suas margens.

Nesse sentido, desde o início do ano a Sabesp vem mapeando a bacia do Rio Pinheiros para identificar o impacto no rio gerado por imóveis que não são conectados à rede coletora já existente (os chamados factíveis) e também os lugares onde é necessário implantar a rede. Por fim, foram mapeados ainda pontos onde serão necessárias as estações de tratamento da água dos afluentes. Até setembro deste ano, de um total de 14 licitações para execução de obras de esgotamento sanitário nas sub-bacias do Pinheiros, duas já estavam concluídas (Zavuvus e Pedreira) e outras duas se encontravam em fase final do processo (Ponte Baixa/Pedreira e Corujas/Rebouças).

Paralelamente, a EMAE realiza o desassoreamento e desaterro do rio. Entre o dia 6 de agosto e 21 de outubro, foram desassoreados 63.435,6 m³ e desaterrados 127.432,98 m³. No período de janeiro a setembro de 2019, foram retiradas 3,1 mil toneladas a um custo de R$5,6 milhões.

As diferentes frentes de atuação do projeto são divididas entre a Cetesb, DAEE, EMAE e Sabesp.

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