As embalagens longa vida, comercializadas especialmente pela marca Tetra Pak, destacam-se quando o assunto é reciclagem. As caixinhas são compostas por seis camadas, sendo quatro de plástico, uma de alumínio e outra de papel. Apesar de estar presente em uma única camada, o papel representa 75% da composição da caixa, e é 100% certificado pelo FSC (Forest Stewardship Council).

Já o plástico é, na verdade, polietileno verde proveniente do etanol da cana-de-açúcar. A presença desse tipo de material aumenta para até 82% a quantidade de material renovável nas caixinhas.

Após o uso, as embalagens do tipo longa vida devem ser encaminhadas para os programas de coleta seletiva – elas são 100% recicláveis. Só em 2018, por exemplo, a taxa de reciclagem de embalagens longa-vida da Tetra Pak no Brasil foi de 29.1%, totalizando mais de 73 mil toneladas. Cada uma dessas toneladas gera, aproximadamente, 680 quilos de papel kraft. O Kraft é um tipo de papel fabricado a partir de uma mistura de fibras de celulose curtas e longas.

A embalagem cartonada ainda dispensa o uso de conservantes e não necessita de refrigerações – o que resulta em uma economia de energia de geladeira e de caminhões frigoríficos. Além disso, o não uso de refrigeração também contribui para a redução do uso do gás CFC, que é um dos principais responsáveis pela destruição da camada de ozônio.

Por fim, as embalagens longa vida também são benéficas para os alimentos: a camada de alumínio de sua composição garante a segurança do produto que está ali dentro, criando uma barreira contra luz, oxigênio, água, microrganismos e odores externos, o mesmo tempo que preserva os aromas dos alimentos embalados.

As embalagens longa vida começaram a ser comercializadas na Suécia, em 1952, e logo se espalharam pelo mundo. No Brasil, o uso de embalagens cartonadas teve início em 1957.

Fonte: Tetra Pak e Cempre (Compromisso Empresarial para Reciclagem)

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *