O governo paulista já deu início aos processos de desassoreamento do Rio Pinheiros – a ação é parte do projeto de despolui-lo completamente até 2022.

Mas, afinal, o que é isso?

O desassoreamento consiste na remoção de areia, lodo e outros sedimentos do fundo do rio. Para isso, são utilizadas escavadeiras embarcadas em plataformas flutuantes. A ideia é que essas máquinas retirem os sedimentos do leito do rio, deposite-os em barcaças e transporte-os às margens, para que então seja feita a disposição final na Cava de Carapicuíba, na Região Oeste Metropolitana de São Paulo.

O valor investido na iniciativa é de aproximadamente 32 milhões de reais e o resultado previsto é o desassoreamento de 500 mil metros cúbicos daqui a, no máximo, um ano. O objetivo do governo é remover 2,4 milhões de metros cúbicos ao longo dos próximos anos.

Além do desassoreamento, outra prática adotada é o desaterro de detritos, aumentando o espaço das áreas chamadas de “bota-fora”, que são centros de descarte de resíduos. O custo, aqui, é de mais 37 milhões, e o resultado esperado é o desaterro de cerca de 700 mil metros cúbicos de materiais no mesmo período de um ano.

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