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O continusismo de Nuzman é trágico para o esporte brasileiro.

Temos aqui um país de monocultura esportiva, ou seja país do futebol. As escolas públicas não dão nenhum valor ao esporte. Quadras estragadas, sem material esportivo, professor de  educação física desvalorizado, enfim tudo largado. Um atleta começa a ser formado na escola, e não vejo ninguém brigando por essa causa.  Sem educar, não se forma atleta também. O continuismo no poder de Carlos Arthur Nuzman tambem é lamentável.   Qual a razão de ninguém querer largar  o osso?  Ricardo Teixeira se eternizou na CBF. Nuzman não passa o bastão no Comitê Olimpico Brasileiro, enfim ficamos com os mesmos caras no poder sempre.  Não esperem muitas medalhas não, e pode ter certeza que aquelas que vierem, o mérito é do atleta, e bem distante da “estrutura” que lhe é oferecida. Vamos acordar, renovar e trabalhar para um desempenho bem melhor em 2016 no Rio de Janeiro.