Nessa quinta-feira (20), Fernanda Gentil se manifestou sobre as barreiras para mulheres que tentam carreira no esporte. A mensagem foi escrita na legenda de um post no Instagram em que a apresentadora aparece vestindo a camiseta da GoEqual.

“Quase metade das jogadoras profissionais em todo o mundo precisam abandonar suas carreiras para trabalhar em outra área que pague o suficiente para cuidar de sua família. Por isso, quando se fala em equidade de gênero, não é sobre mulheres ganharem o mesmo que o homem. O que queremos, e merecemos, é receber o equivalente ao que já fizemos pelo esporte”, escreveu Fernanda.

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"Quase metade das jogadoras profissionais em todo o mundo precisam abandonar suas carreiras para trabalhar em outra área que pague o suficiente para cuidar de sua família. Por isso, quando se fala em equidade de gênero, não é sobre mulheres ganharem o mesmo que o homem. O que queremos, e merecemos, é receber o equivalente ao que já fizemos pelo esporte. Queremos ser valorizadas. Como já aconteceu em outras atividades, a mulher precisou lutar para conquistar espaço. O futebol feminino hoje é mais estruturado que há 10 anos atrás, mas precisa crescer mais. Por isso estamos nos unindo. Por isso, pedimos o apoio de todas. E de todos também. Compartilhe essa mensagem: #GoEqual (fonte: FIFPro Global Employment Report)." @goequal #AcreditaNelas #Sempre #Equidade #Igualdade #Equality #Football #CopaDoMundo #CBF #WorldsCup #17x #17xMarta #BestOfAll #FIFA #Brasil 🇧🇷 #Foot #FootballFeminin #TeamBrazil #wwc2019 #FutebolFeminino #FutebolParaTodos

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A chuteira de Marta

A discussão em torno do assunto começou quando a jogadora Marta entrou em campo pela primeira vez na Copa do Mundo Feminina, na quinta-feira (13), contra a Austrália. Foi em campo que a melhor do mundo escolheu fazer gol usando uma chuteira especial, que leva o símbolo da igualdade no lugar de um patrocinador. A figura, nas cores azul e rosa, foi criada pela campanha GoEqual, que luta pela equidade entre homens e mulheres.

A atriz Paolla Oliveira também abraçou a causa esta semana.

“Antes de criticarem a luta de mulheres que trabalham, treinam e se esforçam por suas carreiras, tentem entender todo o contexto que nos levou até aqui, pedindo por igualdade. Não vivemos de fato numa sociedade igualitária e a luta está só começando”, escreveu Paolla.

Paty Moraes Nobre

https://jovempan.uol.com.br/guiasp

Jornalista e agitadora cultural, atuou como repórter em rádios como Jovem Pan e Band, videorrepórter na TV Cultura, editora de notícias, lifestyle, TV e Cultura nas empresas Globo.com, Editora Globo, Caras e Portal iG. Casada e mãe, escreve sobre gastronomia no Portal UOL, é colunista da Exame Vip, da Editora Abril, e coordenadora das plataformas Mulheres da Pan e Revista Guia SP, da Jovem Pan.

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