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A esculhambação da interpretação

A esculhambação da interpretação

O debate brasileiro está vivendo cercado de discussões sobre os lances no campeonato, diversos são os que se justificam afirmando que os lances são “interpretativos”. Nosso futebol e nossa arbitragem se transformou numa grande achincalhação, baseada em opiniões de árbitros que nunca abriram um livro sequer

Que fique o nome dos senhores que estragaram a noite do futebol nacional: Paulo Roberto Alves, apitou Fortaleza x Flamengo, Wagner do Nascimento Magalhães, apitou Goiás x Corinthians e Vinícius Gomes do Amaral, que apitou Palmeiras x Chapecoense.

Os únicos árbitros que se ouve falar sobre os lances absurdos são os da Central do Apito, da TV Globo – com alcance ao grande público – e continuamos entorno de uma comissão de arbitragem que não se manifesta, dirigida por um ex-árbitro, que até onde estava atuando na TV Globo: Leonardo Gaciba. Cobra-se mais respeito à ética. O futebol brasileiro derrama-se para um abismo. Triste.

Depois disso tudo, só posso lembrar da frase do genial Nelson Rodrigues: “Invejo a burrice, porque ela é eterna”.