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Robôs sem encanto

 

 

 

Pois é, lá se foi o Internacional de Cacique Medina contra o Globo do Rio Grande do Norte. O argentino Medina chegou badalado como ocorreu meses atrás, quando o admirado Ramirez chegou do Independiente Del Vale. E durou muito pouco.

Técnicos brasileiros ou estrangeiros no Brasil estão esbarrando na má preparação dos jogadores. Já na base eles são automatizados a esquemas, que deveriam ser modernos, mas usados de forma errada por aqui, apenas robotizam nossos meninos que projetam ser profissionais.

Na Europa o esquema serve para aprimorar a dinâmica de jogo favorecendo os craques. Aqui os craques somem, transformados em simples robozinhos desde que nascem para o mundo da bola. Isso iguala as equipes. Investimentos enormes não transformam o nível de jogo e nos confrontos tudo fica muito parecido. Está difícil resolver este dilema.