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US Open e a Copa no Brasil

US Open e a Copa no Brasil

Arthur-Ashe-StadiumA chuva atrapalhou mais uma vez o US Open. Pelo segundo ano consecutivo, a final será jogada numa segunda-feira. Os diretores do torneio, Gordon Smith e Jim Curley, tiveram que responder hoje, aos jornalistas, porque não construir um teto retrátil no Arthur Ashe? Smith disse que a USTA – United States Tennis Association é uma entidade sem fins lucrativos e o lucro do US Open é investido no crescimento do tênis nos Estados Unidos. Portanto, a USTA entende que vale muito mais a pena investir U$ 100 milhões no desenvolvimento do esporte do que num teto para ser utilizado, ou não, uma vez por ano.

Esta semana, voltamos com a discusão do “novo estádio” em São Paulo. Curioso. A cidade já tem quatro estádios: Morumbi, Palestra, Canindé e Pacaembú. Sem falar na Fazendinha. Nenhum deles consegue ser rentável suficiente para fazer reformas e tornar-se moderno. É claro que o “novo estádio” da Federação Paulista também não conseguirá. Em pouco tempo será mais um elefante branco, gerando um custo impagável e desnecessário para uma entidade que cuida de tabela e arbitragem de campeonatos estaduais.

A única intenção da FPF é meter a mão no dinheiro público.

O secretário geral da FIFA, Jérôme Valcke, teve a cara de pau de relatar, somente no Brasil, que os estádios que nem foram construídos, agradaram, mas o Morumbi que já existe, não. Será que os jogos da Copa serão jogados em maquetes? É óbvio que não. Estamos diante de um jogo que envolve muito dinheiro. Enquanto Marco Polo acerta com Valcke, Juvenal acerta com outros membros da FIFA e CBF.

É uma briga de cachorro grande que está apenas começando.

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