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Mengão e o Brasileirão do Tapetão II

Mengão e o Brasileirão do Tapetão II

Na primeira rodada do Brasileirão, quando o Goiás conseguiu adiamento do jogo contra o São Paulo, fui contra a decisão. Não havia critério. Ouvi a maioria dos jornalistas defendendo a decisão, dizendo que foi uma “decisão foi a favor da saúde”. Santa ingenuidade.

O Goiás fugiu de campo.

A decisão não tinha nada a ver com saúde. Se a preocupação fosse realmente a saúde, o time goiano deveria ter ficado quinze dias de quarentena. Nada disso foi previsto pelo STJD, o time goiano foi liberado para jogar quarto dias depois contra o Palmeiras. Na mesma semana, o Vila Nova da Série C jogou em Manaus com jogador testado positivo.

A decisão mostrou que este seria o Brasileirão do Tapetão.

Agora foi a vez do Flamengo, o time rubro-negro conseguiu adiar sua partida contra o Palmeiras através do TRT-RJ Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro. Como o STJD negou o pedido de adiamento, o jeito foi recorrer ao Tribunal do Trabalho. Fala sério.

O Flamengo fugiu de campo.

Qual o critério? Quantos jogadores são necessários para adiar uma partida? Quanto tempo o time do Flamengo ficará sem jogar? Quinze dias? Não? Porque não? Quer saber o critério real? Se o time estiver fraco aí você adia, se tiver forte aí joga. E o Covid? Qual Covid?

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