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Deu a lógica, deu Djokovic

Deu a lógica, deu Djokovic

Nas últimas 65 finais de Grand Slam, 62 tiveram a presença de Federer, Nadal ou Djokovic. Desde Roland Garros 2005, apenas três decisões não contaram com a presença dos três tenistas que lideram o tênis mundial nos últimos 17 anos. As exceções foram: Marin Cilic x Kei Nishikori – US Open 2014; Andy Murray x Milos Raonic – Wimbledon 2016 e Dominic Thiem x Alexander Zverev – US Open 2020. Dos últimos 18 títulos, 17 ficaram com o Big Three.

Hoje, a chance de Matteo Berretini era mínima. Não era zero porque no esporte individual uma contusão pode decidir uma partida. O italiano jamais havia chegado numa final de Grand Slam, estava enfrentando um tenista fora de série, campeão de 19 títulos de Grand Slam. Deu a lógica, o sérvio venceu por de 3 sets a 1, parciais 6/7 (4-7), 6/4, 6/3 e 6/3 em 3h24 de partida.

Djokovic igualou o recorde de Roger Federer e Rafael Nadal. Agora, ambos estão empatados com 20 títulos cada um. O sérvio ainda tem a chance este ano de igualar Rod Laver e vencer os quatro Grand Slams na mesma temporada. Aos 34 anos, foi campeão do Australian Open em fevereiro, Roland Garros em junho, Wimbledon em julho e pode conquistar o US Open em setembro. Seria o primeiro desde Rod Laver em 1969. Entre as mulheres, a última a conseguir a façanha foi Steffi Graf em 1988.

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