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Bayern, futebol sem palhacinho

Bayern, futebol sem palhacinho

Neymar foi mais uma vez uma decepção na hora da decisão. Chegou exibindo a trilha sonora do parça na saída do ônibus, jogou muito mais preocupado com a individualidade, apático em campo, saiu chorando. Esta virando cena comum na sua carreira internacional.

O PSG lutou até o final, teve chances de sair na frente e até mesmo levar para os pênaltis. Mppabé e Di Maria jogaram muito no primeiro tempo. O francês perdeu uma grande oportunidade, é verdade, mas participou de todos os lances, criou e deu três de bandeja, dois para o Neymar. Marquinhos jogou muito, evitou muitos gols dos fortes atacantes. Não é fácil enfrentar Müller e Lewandowski.

O Bayern não teve moleza e, mesmo diante de um adversário muito forte, manteve o sangue frio, tocou a bola com muita qualidade e frieza, objetivo, confiante, eficiente. O treinador tira dois monstros em campo, Coman e Thiago, e o time continua forte e mantendo a pegada. Incrível.

Além de perigosos, Muller e Levandowski fazem uma marcação alta super eficiente, roubam muitas bolas lá na frente. No Brasil marcação alta é “cercar” o zagueiro. Não sabem atacar e roubar a bola.

Neuer é piada, técnica diferenciada, mistura de handball, futsal…

Os alemães levam mais um título graças ao futebol coletivo.

O Bayern não tem futebol palhacinho.

 

 

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