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Biogás mais do que energia é sustentabilidade

Biogás mais do que energia é sustentabilidade

O biogás no campo é assunto antigo. Aliás essa descoberta nasce pelos idos de 1600, quando se observava que pântanos inflamavam. Imagino a surpresa do pessoal daquela época se hoje ainda tem gente que acredita que a terra é plana, dessa forma o universo seria curvo como demonstrou Einstein? Mas voltando ao biogás, na 2ª guerra mundial, com a escassez do petróleo e da eletricidade, o biogás foi usado na Alemanha e na Itália.

No Brasil desde os anos 70 temos iniciativas voltadas a uma autonomia energética em todas as propriedades rurais, com os planos dos biodigestores. Porém, havia um problema com a não profissionalização da execução dos biodigestores e consequentemente não eram bem sucedidos.

Agora em 2020 a MWM geradores tomou para si a iniciativa de promover o biogás no agronegócio, ao lado de parceiros competentes na montagem e nos protocolos no meio rural, com inovação também nos próprios geradores para funcionarem com o biogás.

Sob o ponto de vista da racionalidade, nada mais racional do que ter um biodigestor, um gerador e diminuir o risco de um fator incontrolável prejudicar o negócio agropecuário. Hoje a gestão total de uma boa fazenda exige eletricidade. Não apenas para os setores onde existe o desenvolvimento da proteína animal vivo, e o oxigênio dos tanques de peixes não podem parar, a automação das granjas não permitem ter quedas de energia, bem como toda gestão do agro digital exige eletricidade full time.

Eis aí já uma ótima razão para transformar eletricidade em fator controlável com biodigestores e geradores. Porém um fator novo passa a exigir o biogás. É provar e mostrar que você está sustentável. A sustentabilidade no campo passa pelos procedimentos da agricultura de baixo carbono, com crédito especial para esse fim. E a descarbonização do microbioma de um produtor rural terá cada vez mais valia no mercado da originação.

Ao lado da gestão do biogás necessariamente estará aquela granja, ou fazenda já incorporada nas boas práticas sustentáveis, onde aspectos como aproveitamento de resíduos para adubação fazem parte, ajudando a aumentar a eficiência dos fertilizantes, que são praticamente dependentes das importações, e vale aqui até um registro de parabéns a indústria do adubo no Brasil, por conseguir manter logística e abastecimento de tão precioso insumo originado em cerca de sete outros países.

Dessa forma biogás com biodigestores no campo representam além de racionalidade de obter energia elétrica própria, uma prova de engajamento na sustentabilidade, num sistema de saúde, como será doravante o sinônimo do agronegócio, e produtividade em todos os sentidos. MWM está fazendo um ótimo trabalho difundindo uma estratégia fundamental para o novo agronegócio.

José Luiz Tejon para Jovem Pan.

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