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Agronegócio, o negócio do Brasil sustentável

Agronegócio, o negócio do Brasil sustentável
Fonte: Gratispng

Diplomacia ambiental e agronegócio. É o assunto desta quarta-feira (2) em São Paulo. A Jovem Pan, ao lado do Estadão e da Abag – Associação Brasileira de Agronegócio estará debatendo este relevante e vital assunto para o país, no CIEE – Centro de Integração Empresa Escola. Bioeconomia é o nome do novo jogo de trilhões de dólares no mundo. E nisso o Brasil é de riqueza extraordinária. A questão é sabermos navegar nesse novo design mental, de um mundo que vale mais do que o ouro, porém absolutamente intangível?

Paulo Hartung, ex-governador do Espírito Santo, é hoje o presidente da IBA – Indústria Brasileira da Árvore, e disse ao Estadão que “clima é economia na veia, é oportunidade para o Brasil e brasileiros.

A indústria da árvore no país tem investimentos previstos até 2023 de R$ 32 bilhões, e mesmo na profunda retração dos últimos anos, na economia brasileira esse setor investia R$ 20 bilhões. São empresas como Suzano Fibria, Bracell, West Rock, Eldorado, dentre outras, cultivando florestas com sustentabilidade para fins industriais, papel celulose, embalagens, móveis etc.

Paulo Hartung adiciona: precisamos garantir que o artigo 6, do Acordo de Paris, que regulamenta internacionalmente o mercado de carbono seja finalizado em Santiago , onde vai ocorrer a COP-25, no Chile , em dezembro deste ano.

Essa visão da diplomacia ambiental, da necessidade do crescimento do PIB do país, passa pela emergência e urgência de um plano que dobre de tamanho o agronegócio nacional, com sua agroindústria. Sem isso não bastará mega leilão do pré-sal, ou abertura dos tênues fios do FGTS ou outras esmolas para amainar a sede de crescimento do povo brasileiro.

Dia 1 de outubro, ontem, foi o dia do vendedor. E mais do que nunca precisamos no país de grandes vendedores. Temos uma imensa riqueza à disposição, só precisamos sabê-la vender , obviamente com diplomacia ambiental, e conquista de confiança global. Como aprendi com Antônio Secundino, de São José, fundador da Agroceres, em 1945. Se negociarmos honestamente com as pessoas elas jamais nos abandonarão.

Viva os vendedores, e a diplomacia ambiental no CIEE nesta quarta-feira!

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