Pular para o conteúdo

A líder da Aliança Internacional das Cooperativas nas Américas é uma mulher

Fonte: Divulgação ACI Américas
A líder da Aliança Internacional das Cooperativas nas Américas é uma mulher
Graciela Fernández, presidente da ACI Américas

A uruguaia Graciela Fernández lidera a ACI Américas e em uma entrevista à Mundo Coop explica que “em um mundo globalizado, as cooperativas devem ser capazes de jogar seus pontos fortes das raízes locais com as necessárias estratégias de cooperação em nível global”.

No mundo são mais de 3 milhões de cooperativas reunindo cerca de 1,2 bilhão de pessoas. O faturamento das 300 maiores cooperativas do planeta supera US$ 2 trilhões, maior do que o PIB do Brasil.

Graciela tem uma visão de futuro, onde explica ser o cooperativismo fundamental para a juventude, pois será através da cooperação que milhões de jovens conseguirão a satisfação de suas realizações. A desigualdade como o grande drama do século XXI, só poderá ser enfrentada através da cooperação.

Graciela salienta ainda que precisamos perseguir os 17 objetivos do desenvolvimento sustentável da ONU até 2030. Para este objetivo de um mundo mais justo, democrático e igualitário, o cooperativismo deve ser considerado como o melhor modelo de negócios.

Nas Américas a intercooperação será essencial. Nosso continente, diz ela para a Mundo Coop, “é um dos mais ricos do planeta em termos de recursos. É também o mais desigual do mundo”. Precisamos ampliar o cooperativismo integrando pessoas nos movimentos cooperativistas já existentes e criando novas cooperativas.

Graciela Fernández, presidente da Aliança  Internacional das Cooperativas das Américas, reforça que as cooperativas precisam aprender a cooperar entre elas urgentemente. As cooperativas, segundo Graciela, devem “promover condutas que contribuam para o próprio cooperativismo, não somente a nível local, em suas comunidades, mas também por meio de projetos de escala nacional, regional e internacional.

O cooperativismo no Brasil responde por praticamente metade de toda produção agropecuária, por ter mais de 1 milhão de produtores rurais cooperados, e pelo que Roberto Rodrigues, embaixador brasileiro do cooperativismo na FAO, explica. “Onde tem cooperativa tem riqueza, onde não tem cooperativa tem pobreza”.

A Hora do Agronegócio, Graciela Fernández, presidente da ACI Cooperativas das Américas uruguaia. A intercooperação, a solução para o continente americano.

José Luiz tejon para Jovem Pan

%d blogueiros gostam disto: